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A pesquisa de opinião foi feita por telefone, com uma amostra aleatória que incluiu 31,2% do universo de especialistas de quatro capitais brasileiras (Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo). De maneira geral, a pergunta feita ao entrevistado pretendia avaliar em que porcentagem dos casos o médico usava certo tratamento. O tempo mediano de duração das entrevistas foi de 24 minutos.

Alguns dados interessantes a respeito da amostra entrevistada incluíram o fato de que mais de três quartos dos médicos afirmaram ter feito residência em oncologia clínica, e pouco mais de um terço tinha treinamento no exterior por período igual ou superior a 1 mês.

A maioria dos médicos entrevistados havia ido a pelo menos 2 encontros da ASCO nos últimos 5 anos. Pouco mais de 40% afirmaram participar de pesquisa clínica, e a maioria havia proferido alguma palestra sobre oncologia no último ano. Na questão relativa a o que mais os oncologistas valorizavam ao adotar um novo tratamento para câncer de mama metastático, a sobrevida global e a qualidade de vida ficaram praticamente empatadas em primeiro lugar.